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sábado, 29 de junho de 2013

REPORTAGEM SOBRE O MOSTEIRO - POR GUIA MESSEJANA

O Mosteiro de São Bento de Fortaleza fica no Bairro de São Bento desmembrado da Paupina, na grande Messejana 
Os monges beneditinos rezam a missa, aos domingos, com cânticos gregorianos e orações em latim na capela do Mosteiro, em Fortaleza. É a única missa nesse estilo na Capital. O canto de entrada é em português, mas logo começam os cânticos gregorianos e as orações em latim como o Credo e o Pai Nosso.
A missa conventual gregoriana, celebrada na capela do Mosteiro de São Bento no bairro de São Bento na Comunidade da Paupina, em Messejana, reúne um grande número de fiéis de vários bairros de Fortaleza. É aos domingos, a partir das 10 horas, quando a capela, dedicada à Nossa Senhora de Guadalupe, fica cheia. A assembléia, acostumada com o rito, também já sabe cantar e rezar em latim. O engenheiro Luiz Sombra, que há oito anos freqüenta e ajuda no Mosteiro, dispensa até o livrinho para o acompanhamento dos fiéis, pois já sabe de cor. "Costumo trazer os meus filhos e o que tem 10 anos disse pra mim que já sabia latim e citou a parte da oração do Credo:'judicáre vivos et mórtuos' (julgar vivos e mortos). Eles também gostam da missa rezada pelos monges beneditinos". O engenheiro, que mora com a família no bairro de Fátima, sabe todos os ritos da missa e ressalta a beleza de cada um deles, principalmente por ser toda cantada, até o anúncio do Evangelho. "Celebramos de acordo com o missal de Paulo VI, aprovado no Concílio Vaticano II (1962-1965), não é a celebração de acordo com o missal de São Pio V, a chamada missa tridentina (por causa do Concílio de Trento) que é da época de 1500", destaca o prior do Mosteiro de São Bento, dom Beda Pereira de Holanda que presidiu a celebração eucarística. O abade lembra, porém, que em vários países, a missa e celebrada em latim que ele não considera uma língua morta. "Em Roma (Itália) quando há congressos religiosos e outros locais, quando o sacerdote e o grupo entende o latim, então celebra-se nessa língua. O mesmo que celebrar em alemão, se no local só se entende esse idioma, ou espanhol em países que falam essa língua". Dom Beda considera que o papa Bento XVI fez bem em liberar que os fiéis possam pedir aos sacerdotes para rezar a missa no antigo ritual de São Pio V. Essa solicitação já pode ser feita partir do dia 14 de setembro, quando se celebra a Festa da Exaltação da Santa Cruz. No rito tridentino, o celebrante fica de costas para a assembléia. Reza em latim e o sacristão (leigo que ajuda na missa, entre outras funções) responde. Os fiéis acompanham pelo missal (livro próprio da celebração) que, numa nova versão, será bilíngüe.
No Brasil, por exemplo, virá com as respostas em latim e português. Sacristão durante 33 anos (1960-1993), João Ferreira da Silva, 80, o "seu" Joãozinho, recorda que ajudava ao padre Tito Guedes, o frei Wilson e o monsenhor André Camurça, entre outros, na Catedral Metropolitana de Fortaleza. "Como a missa era em latim, a gente decorava as respostas. Sabia tudo na ponta da língua", recorda o aposentado que mora em Messejana. Seu Joãozinho estudou durante 15 anos no Convento dos Frades Franciscanos, em Guaramiranga, no Maciço de Baturité, onde nasceu. "Lá comecei a ser coroinha e ajudar nas missas. As pessoas que assistiam à missa não entendiam nada. Muitos ficavam fazendo outras orações", completa. A missa tridentina não tinha sido proibida pela Santa Sé, mas para rezá-la era preciso a autorização do bispo que poderia negá-la. Na recente Carta Apostólica (Motu Proprio Summorum Pontificum), Bento XVI estabelece a liberação do uso do missal de São Pio V aos sacerdotes, sem a necessidade de aprovação do bispo. E-MAIS O Mosteiro de São Bento fica na rua Luís Fidélis, 939, na no bairro São Bento, na comunidade da Paupina, em Messejana e o telefone é (85)3276 2018 Foi fundado há 15 anos e atualmente lá vivem oito monges que têm como prior (superior) dom Beda Pereira de Holanda, um pernambucano de Ouricuri que já completou 50 anos de clausura. Os monges celebram todos os dias as missas em português às 18 horas, na capela de Nossa Senhora de Guadalupe, dentro do Mosteiro e, aos domingos, às 10 horas, a missa conventual gregoriana com orações em latim. Recebem os fiéis para confissões todos os dias, a partir das 17 horas.
O Mosteiro das monjas beneditinas fica no Condomínio Espiritual Uirapuru, no bairro Dias Macedo e existe em Fortaleza há 13 anos, segundo dom Beda de Holanda.

Foto: Mauri Melo


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sexta-feira, 28 de junho de 2013

REPORTAGEM SOBRE O MOSTEIRO - POR DIÁRIO DO NORDESTE

Paupina: um pé no interior e outro na cidade grande

08.09.2010

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Com uma lagoa e sítios remanescentes, o lugar destaca-se pela atmosfera rural, apesar do rápido povoamento


Se a Messejana foi um lugar que atraiu as ordens religiosas, em busca de paz e oração, o mesmo vem se repetindo com a Paupina. Parte do bairro tem uma nova denominação: São Bento. A mudança foi resultado da influência de seus recentes moradores: os monges beneditinos, instalados desde 1992.



Clique para Ampliar"Pedimos para que mudassem o nome, porque havia muita confusão com a parte alta do bairro. Alguns diziam que se tratava de território de Fortaleza e outros, de Eusébio, mais precisamente a localidade de Coaçu. Foi aí que achamos que havia a necessidade de precisar a localidade onde estávamos nos instalando", afirma o monge João Miguel Menezes. Para os moradores mais antigos, a mudança de nome, estabelecida por Decreto Municipal de 18 de dezembro de 2008, não foi ideia das mais felizes.



O vice-presidente da Associação dos Moradores da Paupina, Kim Lopes, afirma que todo o carisma do bairro reside em suas tradições e em boa parte da natureza preservada, especialmente nos sítios, que ainda demarcam as terras da região.

REPORTAGEM SOBRE O MOSTEIRO - POR DIÁRIO DO NORDESTE

Missas em latim são realizadas em Fortaleza

24.06.2013


Cânticos, credos e demais orações são mantidas em latim, segundo a tradição da Igreja Católica
Do alto do Mosteiro de São Bento, os sinos ecoam às 10 horas da manhã do domingo, anunciando o início da missa gregoriana. Com os cânticos e as orações feitas em latim, os fiéis se reaproximam da tradição da Igreja Católica que havia abolido essa forma de celebrar depois das reformas do Concílio, na década de 1960.


A Igreja Nossa Senhora de Guadalupe recebe fiéis de diferentes bairros de Fortaleza, que fazem questão de acompanhar com missal Fotos: Kléber A. Gonçalves



Localizada no Bairro de São Bento, um desmembramento da Paupina, na grande Messejana, a Igreja Nossa Senhora de Guadalupe realiza a celebração há cerca de vinte anos. De acordo com dom Beda Pereira de Holanda, prior do mosteiro, a celebração tem um diferencial. "Entoar esses cânticos fortalece a tradição beneditina e faz bem a quem assiste e se envolve cantando conosco", afirma.



O professor da Faculdade Católica de Fortaleza, Dr. Jan G.J. ter Reegen, é regente dos cânticos gregorianos e salienta a importância da sua incorporação na tradição litúrgica. "Eles têm uma característica específica que acentua as palavras e seus sentidos em detrimento da melodia", conta.

REPORTAGEM SOBRE O MOSTEIRO - POR DIÁRIO DO NORDESTE

Verdadeiros Territórios da Paz: Fortaleza tem bairros com índice de criminalidade próximo a zero



Pode ser um bairro com jeitão de interior, perfil universitário, grande desenvolvimento econômico ou apenas um bairro, com histórico de violência, mas que recebeu reforço na segurança. 


O que importa para os habitantes dos 15 bairros e 1 localidade de Fortaleza é que durante todo o primeiro semestre de 2012 não foi registrado nenhum homicídio. Em dois desses territórios a situação é ainda melhor: nada de roubo ou furto de veículos, nem apreensão de armas ou drogas também. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS-CE).

Vale registrá-los: Bairro de Lourdes, Luciano Cavalcante, Guararapes, Salinas, Amadeu Furtado, Parque Araxá, Presidente Kennedy, Benfica, Bom Futuro, Damas (embora nesse bairro tenha ocorrido um homicídio em julho), Gentilândia (localidade que integra o bairro do Benfica), Parreão, Coaçu, Guajeru, Parque Manibura e São Bento (um dos mais novos bairros da Capital, mostrado na foto acima).

Esses podem ser considerados bem mais dignos do título de “Território da Paz” do que aqueles incluídos no programa federal de mesmo nome. Passados quase três anos da implantação desse projeto em cinco bairros de Fortaleza, 9,2% dos homicídios registrados no 1º semestre de 2012 seguem concentrados naquela parte da Capital. 

A região beneficiada engloba os bairros do Siqueira, Canindezinho, Bom Jardim, Granja Portugal e Granja Lisboa, mas apesar de alguns avanços, a julgar pelas estatísticas, ainda vai demorar para que eles façam jus ao título recebido.

Diário do Nordeste visitou quatro bairros “homicídio zero”

Para conhecer melhor a realidade dessas zonas da Capital, o Diário do Nordeste Online visitou quatro desses bairros (incluindo uma localidade), sendo um em cada Regional. 

Foram três dias em que nossa equipe conversou com moradores, trabalhadores, comerciantes, religiosos ou apenas frequentadores desses verdadeiros “territórios da paz” e observou também as possíveis razões para que a violência seja tão reduzida nessas regiões. 

Foram escolhidos os bairros São Bento, na Regional VI; Benfica (incluindo a Gentilândia), na Regional IV; Guararapes (ou Patriolino Ribeiro), na Regional II; e Amadeu Furtado, na Regional III.

Nesta sexta-feira (27) vamos conhecer o bairro São Bento; no sábado, os bairros Benfica/Gentilândia e Guararapes; e no domingo, o bairro Amadeu Furtado.

São Bento: o “caçula da paz” tem jeitão de interior e fé como carro-chefe

Criado a partir do desmembramento de parte do território da Paupina, o novíssimo bairro São Bento não registrou nenhum homicídio, nenhum roubo ou furto de veículo e nem foram apreendidas drogas ou armas por lá. 

As origens do bairro remontam à instalação do mosteiro de São Bento, em 1993. Em dezembro de 2008, a Câmara Municipal de Fortaleza, finalmente atendeu ao pedido de moradores e ao religioso e criou o bairro São Bento oficialmente. 


Morando no São Bento desde pouco antes de sua oficialização, o monge, Irmão Marcos, viu de perto esse processo de emancipação da comunidade. Ele ressaltou a surpresa em saber das estatísticas, mas confirmou a sensação de segurança ao andar pelo bairro. 

“Nós temos constantemente o Ronda do Quarteirão. Acredito também que o mosteiro possa ter influência nesse dado. As pessoas estão voltadas para Deus, e o mosteiro é um ponto de referência que as pessoas veem como oásis”, comparou. 

Por falar em oásis, a socióloga e promotora de eventos Lídia Amaral, que mora no bairro da Sapiranga, mas frequenta o mosteiro há dois anos também ratifica a impressão de tranquilidade do São Bento. 

"O bairro onde moro existe uma criminalidade elevada, devido a um conjunto de favelas que tem na região, mas aqui eu sempre ouvi falar que é muito tranquilo. Nenhuma ocorrência criminal e as pessoas gostam muito da região", afirma.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

VIDEOS DIVERSOS COM MONGES






PAPA FRANCISCO - EXEMPLO DE HUMILDADE



Um gesto do Papa, uma atitude de sensibilidade que atinge o mundo católico e não católico. A pessoa humana para além da lei…
Quando o Papa Francisco deixou seu apartamento em Santa Marta, ele encontrou um guarda suíço fora de sua porta. O Papa perguntou o que ele fazia ali, e se ele tinha ficado acordado a noite toda.
- “Sim”, respondeu o guarda.
- De pé? perguntou o Papa Francisco . Você não está cansado?
- “É meu dever, Sua Santidade, para a sua segurança”.
O Papa Francisco , olhou para ele, voltou para o seu apartamento e, momentos depois, voltou com uma cadeira entre as mãos.
- Pelo menos sente e descanse – disse o Papa.
O guarda respondeu:
- “Desculpe-me Sua Santidade, mas não posso, as regras não permitem isso.”
- “As regras? – disse Francisco”
- “Meu capitão, Sua Santidade”, disse o guarda
- ​​”Bem, mas eu sou o Papa e lhe peço para se sentar”
Mais tarde, o Papa Francisco voltou com um pouco de pão e presunto, entregou-o ao guarda e disse:
- “Bon apettit, meu irmão”
Por Elitransigente